Dienstag, Januar 31, 2006

Pois então...

As aulas estão quase pra começar, droga (+_+), e logo eu não terei mais nada pra fazer além de passar as tardes e madrugadas na frente do Dexter,meu computador (¬¬°). Quem me dera... Esse ano vou ter que estudar feito uma condenada pro vestibular e pro PAS, faço DP de física, preparatório para a prova específica de desenho da UnB, acho que voltarei a estudar música, treino Le Parkour, volto pro Kung Fu, estudo pra passar de ano e ainda assim tento viver como uma adolescente normal(aham, sei)!

Mas de qualquer forma, tomei uma decisâo muito séria(hummm). Só posto denovo quando tomar vergonha na cara e fizer um layout decente pra cá. Aproveito arrumo links, esse perfil gigante e penso em coisa que preste pra postar porque o santo tá 'demás'.

Enquanto eu não tomo a tal vergonha (-__-) eu tento fazer desenhos que prestem para o Projeto Lady School, vou para shows, bato em emos, corro atrás de assaltantes, 'pogo', vejo hard.core em show de hard.core, dou depoimento na delegacia, atravesso a Ponte JK a pé, brinco na cama elástica, deito na grama molhada, procuro as três Marias, vejo estrela cadente, me jogo em piscinas, durmo em chão de cozinha com mais três gu.ri.as e vejo filmes até 5 da manhã!

Viva as madrugadas em Brasília! AMO!

vomitado por ~nati. @ 3:31 AM |



Freitag, Januar 20, 2006

Shows

Ok, é foda ser menor de idade, estudante, sem grana e pra melhorar a situação, morar em Brasília!

Se tem uma coisa que eu realmente gosto de fazer é assistir/fazer/organizar shows. Não importa se eu gosto muito da banda, desde que ela seja escutável e se a parada for "mosheira" melhor ainda.
Já perdi as contas de quantos shows já assisti, sejam eles de bandas "grandes" ou não. As independentes são maioria no meu histórico, já vi bastantes bandas brasileiras conhecidas, sejam "undergrounds" ou não, eu gostasse ou não, mas bandas gringas são poucas.

Já vi show do Placebo(urgh), Simply Red, The Pretenders, Peligro, Alanis chatinha Morissette, Skazi, Raja Ram, Paul Van Dyk, Bamboo Forest, Christopher Lawrence, Slam, um tio reggaero que eu não lembro o nome e mais algumas poucas bandas e DJs. Agora pergunta se eu gosto de alguma. "Natália, você gosta de alguma?" Tira as que tão em negrito e joga o resto no lixo que pra mim não muda nada.

Agora vamos contar dentre as que eu perdi quantas eu NÃO GOSTO: Bad Religion, Pennywise, The Libertines, The Strokes, Rammstein(que acabou nem vindo), Dream Theater, Good Charlotte(MORRE, MORRE, MORRE), Avril poser Larvinha(MORRE JUNTO, MORRE JUNTO, MORRE JUNTO), Pearl Jam, Agnostic Front, Força Macabra, Hatebreed, Napalm Death, Anthrax, Bambix, The Meteors, Typhoon Motor Dudes, Caliban, Hopesfall, MC5, Marky Ramone, Television, Iggy Pop & The Stooges, Boom Boom Kid, Doble Fuerza, Migra Violenta, Motosierra, BBS Paranóicos, Suicidal Tendencies(que acabou não vindo também), Fantômas, Flaming Lips, Sonic Youth, Nine Inch Nails Olga(que talvez volte esse ano com o Toy Dolls inteiro), Voodoo Glow Skull, White Stripes, Public Enemy, Ignite, Day of The Dead, Kings of Leon, Brian Wilson, The Mars Volta, Pet Shop Boys e mais uma séries de bandas que eu talvez nunca mais tenha a oportunidade de assistir. Que belezinha não?

E pra melhorar e aumentar minha lista de "Bandas que eu gosto, que vieram ao Brasil e que eu perdi", esse ano tocam no Brasil:
- Day of the Dead
(tá tocando hoje em SP)
- Misfits(e com abertura da banda Lambrusco Kids... T___T queria ir!)
Sexta-feira, dia 3 de fevereiro, em Curitiba. Sábado, dia 4, em São Paulo. Domingo, dia 5, em Florianópolis
- Rolling Stones(nem gosto tanto assim)
Sábado, dia 18 de fevereiro, na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Acesso livre
- Fatboy Slim(tuts tuts tuts tuts)
Sábado, dia 18 de fevereiro, a partir de 22h, no Estádio Mané Garrincha.
- U2 E Franz Ferdinand
Segunda e terça-feira, dias 20 e 21 de fevereiro, no estádio do Morumbi, em São Paulo. Ingressos (inteira): R$ 200,00 (cadeira e pista), R$ 230,00 (arquibancada) e R$ 380,00 (espaço Pão de Açucar, no centro da pista)
- Millencolin
9 de março em São Paulo, 10 de março no Rio de Janeiro, 11 de março em Vitória, 12 de março em Curitiba.

Agora explicando porque é "foda ser menor de idade, estudante, sem grana e pra melhorar a situação, morar em Brasília":

1- Sendo menor de idade, eu ainda dependo de grana/autorização dos pais pra poder viajar e ir nesses shows.
2- Sendo estudante eu me lasco porque é foda viajar em época de aula.
3- Precisa explicar porque é foda ser sem grana ou vocês não viram o preço do show do U2 com Franz Ferdinand?
4- E morar em Brasília é foda porque se lembrassem daqui, eu não ia precisar viajar, o que já economizava uma grana e resolvia o problema da escola. Não ia precisar de autorização, afinal, meus pai não precisam me dar autorização pra andar de ônibus/metrô. Daí boa parte dos meus problemas já estariam resolvidos, mas só quem lembra daqui é o Fatboy Slim(que eu nem gosto)...

Fazer o que né? QUEM TÁ NO ROCK É PRA SE FODER! Vou ter de me contentar com Gramofocas, Móveis Coloniais de Acaju, Cecília Diz, Futuro Incerto, Linha de Frente, Detrito Federal, ARD, DFC, Trezeromeia, Dissônicos, Opera Volta, Ilustra, Akord, New College, Flanco, Sete Pele, Dona Florinda, Kriptonita, Macakongs 2099, e uma pá de bandas dentre as quais 90% até são boas/escutáveis/mosháveis, mas que depois de ver todo fim de semana cansa!

vomitado por ~nati. @ 2:18 PM |



Sonntag, Januar 08, 2006

Um filme de mocinhos e bandidos

Por Leyberson Lelis - estudante de Jornalismo

Encenada por samurais, juventude transviada e até por agentes da swat, a manifestação de ontem na rodoviária foi estrelada pelo descaso dos verdadeiros vilões, distantes dali, em seus carros importados com ar condicionado.

Não é um filme, mas poderia ser. Um misto de comédia e terror. O terror: seres humanos que são contaminados pela poluição da queima de gasolina entram em conflito. A comédia: o jornal anuncia o aumento da passagem e, perplexos, ficamos com a cara dos três patetas. Não, não é um filme. E eu não acredito que o trecho "tentar pular as catracas atrapalha o cidadão de bem e apedrejar ônibus só dá mais custos para os cofres públicos e coloca os passageiros em risco" seja o objetivo da manifestação que ocorreu na Rodoviária de Brasília na primeira sexta-feira de janeiro de 2006. Pelo que venho acompanhando do movimento, esse também não é o foco das pessoas sérias. Pular catraca é algo que está inserido na forma de protesto do Movimento Passe Livre (MPL). Mas apedrejar ônibus? Não. O MPL e a maioria das pessoas que participou do ato ontem são pacíficos e lutam pelo direito do cidadão de ter um transporte gratuito. Sobre a manifestação como forma de protesto posso dizer que a fórmula não é nova e vários segmentos da sociedade em todo mundo a utilizam. Está desgastada? Talvez. Mas precisamos de novas idéias. Até que ela apareça, não há como sair descartando todas as fórmulas antigas. Eu, particularmente, sou contra os conflitos físicos entre os cidadãos. Deposito minha ânsia de violência nos filmes clichês de luta e perseguição. (Eu gosto de assisti-los, não vou mentir). Contudo, sou a favor das manifestações puxadas pelo MPL porque não li no roteiro nenhum clímax que citasse a palavra sangue. A guerra dos civis A guerra civil se instalou ontem. Culpa dos manifestantes? Em parte. Entretanto, partiu de uma minoria que se utilizada de uma radicalização perigosa: o conflito. A maioria das pessoas ali, repito, não foi lá para entrar em conflito. Eu acompanhei toda a manifestação a partir dos limites do meu campo visual e procurei me atentar às diversas reações. As pessoas ao redor, pela primeira vez, estavam apoiando a luta política dos jovens presentes. Elas se assustaram. Mas não foi com os jovens. E sim por causa da excessiva repressão da força policial. Desnecessária. Eu fiquei muito, mas muito abismado com o fato de ter uma cavalaria armada com espadas - instrumento medieval - e vestido com armaduras ao estilo dos samurais. Também fiquei assustado com policiais militares que, responsáveis por outra parte da culpa, colocaram adesivos da "Swat"(sem generalizar), isso mesmo, da "Swat", em cima de seus nomes na farda. Como também fiquei assustado no momento em que os jovens foram afastados como gado com cassetetes pelo contingente policial absurdo, acompanhados pelo Bope e pelos cavaleiros montados. Os cavalos estavam em posição estratégica de defesa ? com as espadas levantadas, é claro. Percebi que nossa polícia está bem treinada. Só não mostraram direito quem são os verdadeiros bandidos. Assim, iniciava-se o primeiro set de violência. Motivados pelo ?Poder da Polícia?, legalmente instituído, os militares receberam ordens de desmontar a manifestação pacífica da ?milícia? por meio de violência para ? adivinhem ? reconstituir a paz. Além da chuva, uma fina garoa de pedras e outros objetos começaram a cair nos policiais. Atiradas por alguns manifestantes, atrás da concentração do grupo de jovens. Atiradas também por pessoas que passavam na parte superior da rodoviária. Por senhores de idade, por mendigos. Por pessoas com deficiência mental (em sentido denotativo, sem espaço para interpretações de mal gosto). Até o lixo e os piquis dos ambulantes - por mais engraçado que seja ? viraram arma. E não foram os jovens que simplesmente começaram a atacar. Seis policiais feridos. Fato que não deveria acontecer. Foram jovens e crianças com hematomas de cassetete, quase duas dezenas presas. E olha que o Estatuto da Criança e do Adolescente garante o direito de que todos nessa faixa etária estão em período de formação e que a sociedade é responsável por eles. Garante também que eles não serão simplesmente presos, mas reintegrados quando estiverem em estado de conflito com a lei por meio de medidas sócio-educativas. Mas até crianças apanharam. Fotógrafo machucado. Vidros de ônibus quebrados. A cavalaria invade a parte coberta, onde as pessoas esperavam o tumulto parar para pegar os caros ônibus. (cavalaria armada com espadas, as mesmas que decepam nos filmes de época). Passageiros amedrontados. Policiais batendo nos jovens em via pública. Muitos em cima de poucos jovens. Manifestantes revidando. Não todos, mas revidando, é claro. Não há inocentes, não há santos. Entretanto, a maioria querendo uma manifestação pacífica, com faixas e gritos de protesto. Outros, em quantidade menor, agindo como se fossem rebeldes revoltados e transviados. A manifestação não foi tão simples como apareceu nos jornais. Aconteceu uma guerra? Sim, mas quem eram os criminosos, os manifestantes ou a polícia? Nenhum dos dois. Ambos têm sua culpa, mas a repressão, as tropas de choque, a falta de bom-senso e o uso excessivo da violência militar, ao meu ver, são explicadas por um só termo: guerra civil (mesmo temporária), que se configurou exatamente no lugar mais exótico e comum de todos, a rodoviária. Um lugar que concentra todo o sofrimento da população que arca com a difícil lida diária e com os prejuízos do interesse particular dos empresários. Direito e dever O transporte está na constituição como um direito das pessoas e um dever do Estado. Mas quem restringe esse direito? O sistema de transporte público é privado. Uma incoerência. Os empresários argumentam que estão com déficits em seus orçamentos. Eles, os mesmos que têm uma das passagens mais caras do Brasil e péssimos ônibus. Aqueles que têm até uma associação que serve como fundo para cobrir os seus "prejuízos". Por isso, não creio que o acontecimento de ontem seja algo tão simples como dizer que os estudantes passaram dos limites. O que passou dos limites foi o desrespeito com a sociedade em virtude do aumento dos encargos advindos das negociatas empresariais. Eu analiso - com o alerta de não ser imparcial em nenhum momento. Afinal, tenho meus interesses nessa discussão ? que, muitas vezes, esquecemos ou não temos a oportunidade de olhar as coisas em seu contexto e acabamos crucificando sem querer um acontecimento sem realmente entendê-los. Olha, tudo isso para falar também que ninguém ateou fogo ontem. Estive na rodoviária das 18h20 até às 21h15 - término de toda a confusão local. Acompanhei a manifestação, as confusões e, bem de perto mesmo, a cobertura dos jornalistas. Pelas poucas matérias que li hoje, muitos deles foram hipócritas ao relatar o fato como mera baderna.Vale lembrar que a manifestação começou às 16h. Todavia, a guerra só aconteceu quando a polícia iniciou a sua operação de desobstruir a via dos ônibus, usando todo o seu frágil poder: a força bruta. Eu participei da manifestação até o momento em que ela se desfez e virou conflito. No instante em que a desordem ? estimulada por quem deveria contê-la - impediu que os gritos de protesto e as reivindicações fossem expressas sem o risco de ser preso ou apanhar, deixei de lado a minha indignação com o aumento e constatei que a guerra civil silenciosa se iniciava. E que, se não existir uma maior sensibilidade de todos, ela só acabará com algum tiro dado em nervosismo e uma morte. Ou pior, com a covardia mutiladora do mau uso de uma espada. Enquanto essa guerra civil existir, vou continuar acreditando que as manifestações pacíficas e novas fórmulas de luta, que por ventura nascerem, devem ser usadas em busca dos nossos direitos. O direito de poder exigir um ?happy end? para essa e muitas histórias sem ser chamado de maniqueísta ou ingênuo. E, de preferência, com um sistema de transporte barato, inteligente, inclusivo e de qualidade.

---x---
Retirado do Centro de Mídia Independente.
Voltei, mas não voltaria hoje por só ter a manifestação na cabeça e não saber o que postar sem ser parcial, até que achei esse texto.
Talvez a melhor matéria que eu li até agora sobre o ocorrido. Os jornais puxaram sardinha pra polícia, pro governo e pras empresas de ônibus, e admito que se eu tivesse escrito algo puxaria sardinha pro lado dos manifestantes.
Apanhei, amigos apanharam e foram detidos.
E as manifestações vão continuar até que abaixem esse preço abusivo!



P.s.: Pra quem não entendeu, as passagens aumentaram em média 20%(algumas de R$2,50 para R$3)!
P.s.2: É grande o post eu sei!
P.s.3: Sim, eu apareci na TV, jornais e o caralho a quatro, já me avisaram! E não, a menina que estava de mão dada comigo não é minha namorada ¬¬°!

vomitado por ~nati. @ 2:21 AM |



~quem?


Natália, nati, natipunk, punk, nana. Vegan, certa de que o que alguns consideram como hegemonia humana só traz problemas ao mundo. Menos de 18 anos. Piercings e rombo na orelha. Feminista. Moicano. Aparência que com certeza não é preferência nacional, internacional, mundial ou intergalática. Nem alta, nem baixa. Sem religião e sem silicone. "mais macho que muito homem". Esportes, música, cinema e literatura. 17/02/90. DF. Aquário, ansiosa, sociopata. Desconfiada, preguiçosa, comilona, ciumenta. Baixista, escandalosa e folgada. DDA. Praticante de terrorismo poético. FNORD! Não preciso de animais pra sobreviver, e acho inadmissível qualquer crueldade contra eles. Casamento é apenas uma forma de juntar bens materiais. "Deus está morto. Viva Perigosamente. Qual o melhor remédio? - Vitória!" +?




~blogs.


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Delinquente, Inconsequente & Demente. Doutor Divago. Sick Mia. Immune. Licor de Marula com Flocos de Milho Açucarados. Curto pacas e outras coisas também. Ato ou Efeito. Without a Trace. Free Alcohol. Universo Anárquico. Mais ou menos isso. Vida Sem Catracas.

~links.


camiseteria. fórum hmd. associação brasileira de parkour. prótons. parkour girls. clueside. cmi brasil. image shack. wikipédia. you tube. vegan pride. suicide girls girls locker room. alargadores. pea. receitas vegetarianas. instituto nina rosa. meninas hc. pelos animais. parkour.net. quitéria. sítio vegetariano. tank girl. peta. mundo vegetariano. piercings. urban free flow. movimento passe livre. escolha vegan. anarquismo. anarcopunk. seja vegetariano. terrorismo poético. fnord.
+?


~últimas bobeiras.

Mas olha só...

Finalmente...

Não pensei (e nem quero pensar) num título

É Natural

Coisas que só o DDA proporciona

O Dia em que o Mundo Pulou

Metas do Ano - Parte I

Home Alone

What makes you different, makes you beautiful

Rebeldes e chatos

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