Donnerstag, November 24, 2005
FORA!

Uma vez meu pai tava bem bravo porque não via nenhum uso para a letra "H" na língua portuguesa. Durante um tempo eu fiz aula de Espanhol com alguns garotos de outros paises e eu tava pensando sobre isso, lembrei de certa vez em que a professora me descontou 2 pontos por eu ter pronunciado um "H" em uma palavra do texto do teste oral. Me emputeci, óbvio, porque meus colegas americanos da língua enrolada que falaram tudo errado ela descontava 0,00000000001 por erro.
Mas eu continuo me perguntando: Pra que ter uma letra sem som no alfabeto? Eu vou propor uma revolução gramatical!!
Nada de hipopótamos, helicópteros, húmus, hortas, hotéis, homens! Agora vai ser Ipopótamos, Elicópteros, Úmus, Ortas, Otéis e Omens. Isso se aplica a todas as outras palavras que iniciam (iniciavam) com "H"! E, digam-me? Tem alguma diferença de som??? Nãooo!! Bom... Concordo que esteticamente o "H" colabora muito. Deixa a palavra mais bonitinha. Mas e dai? Quem se importa? O professor Pasquale talvez, mas eu não to nem aí pra ele.
Com os dígrafos "LH" proponho trocar o "H" por "I". Coelho, de agora em diante será coelIo. Quando estamos falando nem se nota a diferença. O mesmo acontecera trocando todos os "CH"s por "X". E com o "NH" esta o problema maior. Mas já resolvi, adotando o acento til em cima do "N", e farinha passará a ser escrever fariÑa!
Eu sei que a pronuncia em Espanhol é diferente, mas e daí? Eu quero a mesma pronúncia de antes, mas simplificada em uma letrinha só. Se a gente já trocou o “PH” por “F” não custa nada fazer mais um esforço. Eu nunca tive dificuldades com Português, e sempre adorei essa matéria. Na verdade não quero mudar o Português. Não to afim de reaprender regras e aprender novas, imagine perder anos tendo que estudar tudo denovo. Melhor deixar tudo como esta. Ou não?
Pense bem.
E esse post ficou idiota
vomitado por ~nati. @ 4:40 PM |
Samstag, November 19, 2005
Dadaísmo
Tristemente e MentesReceita para um poema aleatórioLamenta reestrear esquecimento.
Ferida recente. Lançados Corações sobre diretor.
Pergunta aberta tremenda.
Pegue um jornal.Atual documentário Iraque Vietnã estratégia mudou nenhuma acaba esforço. Corações guerra boa evidência trata-se Guerra de Corações categoria bem-feito.
Pegue a tesoura.Estamos. Escolha no jornal um artigo do tamanho que você deseja dar a seu poema.Lançamento seja principalmente desse para ganhador.
Apoio restrito anos amou conclusão
exibição.É. Recorte em seguida com atenção algumas palavras que formam esse artigo e meta-as num saco.Pouca
infeliz para quais. Final de filme.
Agite suavemente.Rio muito. Tire em seguida cada pedaço um após o outro.Um, uma. Copie conscienciosamente na ordem em que elas são tiradas do saco.Fazendo tiraram lições, são as estrelas Mentes.
O poema se parecerá com você.Quando do veterano entrevistas do contrário história documentário parte setembro vê-la.
Circuito reuniu triste
polêmica há documentários.
E ei-lo um escritor infinitamente originalNunca ele não pena, 11, 1974 chegar a 31.
Farenheit pouco, deseja a tirar catalisador.
Mentes, declarando
sua dor hoje é ferida. e de uma sensibilidade graciosa,Eficientemente
ser mas, aos americanos
pior parte o final Estados Unidos.
Ex-soldado um quarto imagens e invasão do necessário elucidativo.Próprios os lados do conflito. ainda que incompreendido do público. (Tristan Tzara)
vomitado por ~nati. @ 11:52 AM |
Freitag, November 04, 2005
"Estar em falta"
A gente não tem dessa de
"estar em falta", né?
Sem tempo-vontade pra ler. Eu acordo e não consigo mais pegar um livro na mão e começar.
Preguiça, talvez. Eu não queria que isso voltasse a ser como antes - ler ler ler nas férias e nada nada no resto do ano, isso é tão ruim e me sinto burra demais (e sou, vocabulariamente falando). Me ensine a ler demais?
Descobri várias coisas proveitosas ou não. Mas cansa... Me cansa tanto - e que seja o calor, esse inferno! - que não faço mais nada.
Tá.
Terrorismo poético. Eu ouço
Bitter Sweet Symphony a todo o momento em qualquer lugar aqui dentro da minha cabeça e penso em terrorismo poético, mas não faço nada - você deve imaginar o porquê. E nada me adianta, eu continuo sentindo aquela sensação eufórica, um prazer fora do comum, uma rebeldia e uma leveza que não é de mim: me extravaso. É como se alguma coisa de dentro explodisse a cada segundo e eu fosse capaz de tudo - mas não sou, o que me apaga a chama. Terrorismo poético pode ser uma razão pra viver (bem)? O que eu queria, o que eu mais queria era ser.
Eu juntei um pouco de dinheiro, e estou seriamente pensando em comprar canetas vermelhas, papel colorido, sementes, flores, máquina fotográfica manual e barata, uma câmera filmadora e fazer arte. Que utopia, oh céus!
Vamos fazer? Faça comigo? Eu vou, chame-me.
Vou bordar e fazer marcadores de livros
(quer?).
Vou pintar e fazer poemas com os pés
(quer?).
Vou sujar as paredes com tinta vermelha.
Eu só queria fazer.
Agora.
É falta de alguma coisa que sempre acreditei não sentir falta.
É possível sentir falta do que não se teve nunca. Eu sinto. Existencialismo corrompido. Não tenho feito nada nas últimas semanas, dias, horas...
só passo, gastando vida com aquela rotina ‘
escola-casa-computador-show de fim-de-semana-casa-computador’. Mas não encontro melhor maneira sem acabar com ela nalguma partezinha que seja – talvez eu goste de rotina (taurinas não gostam,
EU acho que gosto). Dane-se.
gosto de ponto final.Tudo bem, tô ficando maluca, podem me internar agora.
vomitado por ~nati. @ 5:10 PM |